GRAVATÁ – Molhe Norte aguarda por liberação de licenças


Brasília. Prefeito pediu recursos de senadores e deputados  – Divulgação/JN

Brasília. Prefeito pediu recursos de senadores e deputados – Divulgação/JN

Pescadores e moradores do bairro Gravatá reclamaram há poucos dias da demora na construção do molhe norte. A obra foi anunciada ano passado, durante consulta pública feita junto à comunidade. Em vídeo enviado pelos pescadores para o Jornal de Navegantes, pescadores mostram a dificuldade de entrar pela foz do rio Gravatá ao retornar de uma pescaria.

O barco encalhou e foi preciso a ajuda de vários pescadores para conseguir ultrapassar o banco de areia formado no local. Eles cobram a dragagem do rio para auxiliar no desassoreamento do local. Segundo a superintendente da Fuman, Cláudia Angioletti, tal obra só será viável após a conclusão do molhe. “Se dragar agora, depois do molhe pronto, vamos ter de dragar de novo, é inviável”, comenta. Ela pede paciência dos pescadores. O projeto já conta com R$ 500 mil de emendas parlamentares para os primeiros 70 metros de molhe. Ainda falta liberação de licença da Prefeitura e da SPU (Secretaria de Patrimônio da União).

Nessa semana, o prefeito Emílio Vieira e o secretário de Governo, Cassiano Weiss, viajaram a Brasília. O objetivo principal era acompanhar o processo de liberação de recursos de importantes projetos, dentre eles a construção do molhe na Praia de Gravatá, a reconstrução da estrutura da praia atingida pela ressaca no fim de novembro do ano passado. Também foram feitas visitas a gabinetes de senadores e deputados catarinenses para conseguir emendas para infraestrutura, saúde e educação no município. “O período de distribuição das emendas parlamentares vai até dia 17. Este é o momento para pressionar e pedir o apoio dos nossos deputados e senadores com recursos para nossa cidade’, enfatiza Vieira.

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