SECHOBAR – Categoria irá receber materiais escolares


Ciente da situação econômica do país, o Sechobar fará distribuição de material escolar para trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes da região. Em Navegantes, os kits podem ser retirados na sede do sindicato, situado à Avenida José Juvenal Mafra, 376, sala 2.  “A partir de hoje, todos os trabalhadores e trabalhadoras da categoria poderão retirar os kits escolares. Sabemos que a situação não está confortável, com toda essa crise econômica e são as classes trabalhadoras que sofrem mais os impactos. Não vamos permitir que ninguém fique fora da escola, ou os dependentes, por não poder comprar o material”, destaca a presidente Olga Ferreira. São dois kits diferentes, para atender as necessidades das crianças e dos adultos. Para retirar o kit, o trabalhador precisa apresentar carteirinha de associado ou carteira de trabalho, folha de pagamento do mês de janeiro e atestado de matrícula da escola. Dados da ABFIAE – Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares, mostram que os materiais escolares tiveram reajuste de 5% a 10% esse ano para produtos nacionais, como caderno, lápis e caneta. Para materiais importados, como mochilas e estojos, o reajuste varia entre 20% e 30%. O maior reajuste é em cima dos cadernos, pois o papel teve um acréscimo de 22% e os cadernos podem ficar até 15% mais caros. “Observando o atual cenário econômico do Brasil, é certo que esses reajustes fazem muita diferença no bolso dos pais”, completa Ferreira.

Ciente da situação econômica do país, o Sechobar fará distribuição de material escolar para trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes da região. Em Navegantes, os kits podem ser retirados na sede do sindicato, situado à Avenida José Juvenal Mafra, 376, sala 2.
“A partir de hoje, todos os trabalhadores e trabalhadoras da categoria poderão retirar os kits escolares. Sabemos que a situação não está confortável, com toda essa crise econômica e são as classes trabalhadoras que sofrem mais os impactos. Não vamos permitir que ninguém fique fora da escola, ou os dependentes, por não poder comprar o material”, destaca a presidente Olga Ferreira.
São dois kits diferentes, para atender as necessidades das crianças e dos adultos. Para retirar o kit, o trabalhador precisa apresentar carteirinha de associado ou carteira de trabalho, folha de pagamento do mês de janeiro e atestado de matrícula da escola.
Dados da ABFIAE – Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares, mostram que os materiais escolares tiveram reajuste de 5% a 10% esse ano para produtos nacionais, como caderno, lápis e caneta. Para materiais importados, como mochilas e estojos, o reajuste varia entre 20% e 30%.
O maior reajuste é em cima dos cadernos, pois o papel teve um acréscimo de 22% e os cadernos podem ficar até 15% mais caros. “Observando o atual cenário econômico do Brasil, é certo que esses reajustes fazem muita diferença no bolso dos pais”, completa Ferreira.

Ciente da situação econômica do país, o Sechobar fará distribuição de material escolar para trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes da região. Em Navegantes, os kits podem ser retirados na sede do sindicato, situado à Avenida José Juvenal Mafra, 376, sala 2.

“A partir de hoje, todos os trabalhadores e trabalhadoras da categoria poderão retirar os kits escolares. Sabemos que a situação não está confortável, com toda essa crise econômica e são as classes trabalhadoras que sofrem mais os impactos. Não vamos permitir que ninguém fique fora da escola, ou os dependentes, por não poder comprar o material”, destaca a presidente Olga Ferreira.

São dois kits diferentes, para atender as necessidades das crianças e dos adultos. Para retirar o kit, o trabalhador precisa apresentar carteirinha de associado ou carteira de trabalho, folha de pagamento do mês de janeiro e atestado de matrícula da escola.

Dados da ABFIAE – Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares, mostram que os materiais escolares tiveram reajuste de 5% a 10% esse ano para produtos nacionais, como caderno, lápis e caneta. Para materiais importados, como mochilas e estojos, o reajuste varia entre 20% e 30%.

O maior reajuste é em cima dos cadernos, pois o papel teve um acréscimo de 22% e os cadernos podem ficar até 15% mais caros. “Observando o atual cenário econômico do Brasil, é certo que esses reajustes fazem muita diferença no bolso dos pais”, completa Ferreira.

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