PRAIAS – Contêiner é depredado e Fuman desiste de instalar


Contêineres. Vandalismo no Centro causou desistência de projeto pela Fuman – Jean Knetschik/JN

Contêineres. Vandalismo no Centro causou desistência de projeto pela Fuman – Jean Knetschik/JN

Na temporada do ano passado, a Fuman instalou os primeiros contêineres que serviriam como banheiro aos turistas, ao longo das praias da cidade. Com a depredação do contêiner na praia Central, a ideia de implantar mais desses equipamentos foi descartada.

“O custo para reformar é alto”, comenta a superintendente da Fundação do Meio Ambiente de Navegantes (Fuman), a bióloga Cláudia Angioletti. Para a reforma do contêiner central, a autarquia não conseguiu nem mesmo os três orçamentos necessários para contratação. “As empresas simplesmente não querem pegar esse serviço”, observa.

A manutenção fica por conta da Prefeitura. O projeto inicial era para implantar sete contêineres. Três deles foram colocados ano passado, no Centro, Meia Praia e Gravatá. O único que ainda funciona dentro dos padrões planejados é o do Gravatá. Apesar de não ter mais os chuveiros do lado de fora para banhistas retirarem a areia do corpo, ainda há água nos encanamentos.

Os banheiros, tanto no Gravatá quanto na Meia Praia, são trancados a chave. Para usar, o banhista pode procurar os guarda-vidas. Todos foram conseguidos por meio de compensação ambiental.

No carnaval do ano passado, o contêiner central sofreu uma grande depredação. O local começou a ser usado por foliões, durante o Navegay, para relações sexuais e uso de drogas. A porta foi trancada por uma gente da Navetran e foi arrombada. Vândalos que arrombaram o local também o deixaram muito sujo, com fezes até o teto. “Para conseguir que uma empresa limpasse, também foi bem difícil”, lembra Angioletti. Desde então, o banheiro específico permanece sem porta e com mau cheiro.

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