SAÚDE – Município busca adequação em projeto da UPA Gravatá


UPA. Obra permanece parada no bairro Gravatá – Arquivo/JN

UPA. Obra permanece parada no bairro Gravatá – Arquivo/JN

A implantação e funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Gravatá, voltou a ser debatida esta semana. A unidade já está em fase de conclusão, mas a edificação divide espaço com o matagal no entorno.

Segundo a Secretaria de Saúde, serão mais seis meses para concluir a obra, além de adquirir mobiliário e equipamentos. A abertura só acontecerá após essas etapas concluídas.

Segundo a pasta, o Governo Federal hoje quer que os municípios mantenham a UPA com recursos próprios, recurso este que Navegantes não possui. Quando o projeto iniciou, o Governo Federal enviaria um valor mensal para auxiliar a manter as atividades.

A secretaria ainda destaca que a realidade dos municípios que concluíram as obras das UPAs  é de sérias dificuldades de administrar, devido aos custos altíssimos de manutenção. Diante deste cenário, os municípios buscam alternativas para a manutenção da UPA, e a exemplo das cidades da região, Navegantes também busca uma adequação dentro do projeto para utilizar a edificação e atender a comunidade com um menor custo para o município.

O hospital hoje já apresenta um custo alto para a Prefeitura, de quase R$ 700 mil mensais. Por isso, a secretaria estuda uma alternativa para colocar a UPA em funcionamento. Secretários anteriores veicularam a intenção de transformar o local em policlínica, a exemplo do que ocorre no bairro Machados. A UPA é construída com recursos federais, do Ministério da Saúde. Os investimentos são de R$ 1.175.937,21.

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