Taxa do lixo em discussão – “Até de terreno vazio podemos cobrar”


 – Jean Knetschik/JN

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A frase do gerente da Recicle, Rubio Stengraber, durante reunião da Acin na terça-feira, gerou certa indignação. “Até de terreno vazio podemos cobrar”, disse ao se referir à taxa da coleta de lixo. O assunto foi tratado na reunião da entidade.

Membros da associação empresarial questionaram que não se pode cobrar por um serviço onde não há a geração de lixo, como no caso de apartamentos recém construídos que não possuem ainda um morador. Tais cobranças recaem sobre a construtora. “Construí um prédio de 15 apartamentos, vendi apenas cinco e pago a taxa de lixo pelos outros dez que estão vazios e não geram lixo”, reclama um empresário. “Os critérios de cobrança não estão claros no contrato firmado com a Prefeitura”, destaca o presidente da entidade, Rinaldo Araújo.

Para Stengraber, a empresa apenas segue o contrato. Outros empresários questionaram sobre o imóvel fechado, que tal cobrança da taxa de lixo começou apenas este ano. Nos anos anteriores, era conversado e havia isenção. “Existe uma cláusula do contrato onde prevê um instrumento equalizador que trata sobre o aumento ou diminuição da taxa, cabe ao usuário buscar essa equalização”, observa o procurador adjunto da Prefeitura, Fernando Wolfram Rulf. Os empresários alegam que este ano, não ocorre mais essa equalização.

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