Confira os destaques da Coluna Política
Saída no auge
O prefeito maratonista Liba Fronza deixa a prefeitura no momento em que todo político gostaria de sair: com alta aprovação e controle do cenário. Não é despedida, é movimento. E dos bem calculados!
Projeto maior
Ao mudar o discurso para temas como BR-101, BR-470 e saúde regional, Liba deixa evidente que o foco agora é outro: a Assembleia Legislativa. A construção está em curso, e começou cedo.
Transição decisiva
Ricardo Ventura assume com uma responsabilidade direta: garantir continuidade. Se a engrenagem seguir funcionando, o grupo se fortalece. Se houver ruído, o desgaste não será apenas administrativo, será político.

Mais que gestão
O momento exige mais do que governar: exige manter a percepção de que tudo ou quase tudo segue no rumo certo. Em política, imagem e entrega caminham juntas, e qualquer desalinhamento pode custar caro.
Valorizar o que é da cidade
Navegantes já viu esse filme: quando o voto se divide, a cidade perde força. Em eleições proporcionais, concentração de votos significa representação. Dispersão significa ausência.
Um nome à altura
Dentro desse cenário, Liba surge como o nome mais competitivo da cidade para disputar uma vaga de deputado estadual. Tem aprovação, tem estrutura e tem histórico recente de gestão. Não é aposta, mas uma candidatura com lastro.
Voto com estratégia
Mais do que preferência, o voto precisa ser estratégico. Fortalecer um nome local viável é o caminho mais curto para garantir voz ativa na Assembleia. Ignorar isso é repetir erros que já custaram caro.
Jogo regional
O desafio agora é ampliar fronteiras. Fora de Navegantes, será necessário construir alianças e ganhar reconhecimento. É outro jogo, e ele já começou.
Narrativa sob vigilância
Tudo depende da manutenção de um ponto central: a ideia de missão cumprida. Se a gestão perder ritmo, o discurso vira cobrança, e adversários não vão perdoar.
Movimento que reposiciona
A saída da prefeitura não encerra um ciclo, mas reposiciona o tabuleiro. E, neste momento, Navegantes tem diante de si uma escolha clara: dispersar forças ou consolidar representação.
Mobilização feminina
O encontro do PSD Mulher de Navegantes, realizado no Restaurante Top Haus, reuniu lideranças e ampliou o debate sobre a participação feminina na política local. O evento marcou mais um passo na organização do grupo, que começa a ganhar corpo de olho no cenário eleitoral.

Articulação em curso
Mais do que um encontro simbólico, a reunião serviu para alinhar estratégias e fortalecer a presença feminina dentro do partido. A sinalização é clara: o PSD quer chegar mais competitivo, com mulheres ocupando espaço e participando ativamente das decisões.
Julgamento no radar
Cabe ao Tribunal Superior Eleitoral a decisão sobre uma possível reviravolta política em Penha. Estão no alvo o prefeito Luizinho Américo, o vice Mário Marquett e o deputado Ivan Naatz, todos do PL. O processo pode resultar em cassação de mandatos e inelegibilidade.
Parecer pesa
A Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou de forma favorável às cassações. O entendimento é de que houve abuso de poder político a partir de promessa feita em comício: o envio de R$ 5 milhões ao município em caso de vitória eleitoral.
Ponto central
O debate jurídico gira em torno de um ponto-chave: a promessa teve influência direta no resultado da eleição? Para o Ministério Público, há indícios suficientes para questionar a legitimidade do pleito.
Cenário aberto
Caso o TSE acompanhe o parecer, Penha pode ser levada a uma nova eleição. Nos bastidores, o clima já é de expectativa e cautela entre lideranças locais. Será que vai da ruim para Luizinho e seu vice Marquett ?
Greve no horizonte ?
O Sindifoz colocou pressão sobre o prefeito Liba Fronza ao comunicar a possibilidade de greve dos servidores em Navegantes. A decisão deve sair em assembleia na próxima semana e reflete um nível crescente de insatisfação dentro da categoria.
Pressão pública
Além do aviso ao Executivo, o sindicato também se movimenta no Legislativo. Foi solicitado ao presidente da Câmara espaço na tribuna da sessão do dia 2, com o objetivo de expor as demandas da categoria e ampliar o debate público.
Lei no centro do debate
Entre os pontos que devem ser levados à tribuna está a Lei 15.326, que virou foco de questionamentos por parte dos servidores. O tema tende a ganhar visibilidade e temperatura nos próximos dias.
Momento sensível
A mobilização ocorre em um momento politicamente delicado, às vésperas de transição administrativa. Qualquer avanço do movimento grevista pode gerar impacto direto na reta final da atual gestão e repercutir no cenário político local.
Caminho equivocado?
Na semana passada, o presidente do Sindifoz articulou, por meio do vereador de oposição Arthur Emilio, a proposta de realização de uma audiência pública para tratar das demandas da categoria em Navegantes. A iniciativa, no entanto, levanta questionamentos.
Foco fora do eixo
Embora a audiência amplie o debate político, há quem avalie que o instrumento não ataca o ponto central do problema: o estudo de impacto financeiro. Sem esse dado técnico na mesa, a discussão tende a ficar no campo político e distante da solução prática que a situação exige.
Parecer em espera
A Procuradoria do Município de Navegantes informou que a questão envolvendo os servidores foi encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina e segue em análise. Inicialmente, houve uma consulta ao tribunal, que solicitou manifestação jurídica do próprio município antes de avançar.
Responsabilidade fiscal
Segundo a Procuradoria, o parecer já foi reenviado ao TCE com base em resolução que, em determinados casos, desobriga o município de medidas mais rígidas. Agora, a administração aguarda novo posicionamento do tribunal, especialmente à luz da Lei de Responsabilidade Fiscal. Nos bastidores, a leitura é de que qualquer decisão dependerá desse aval técnico.

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